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domingo, 12 de maio de 2013

BLOG DO NOBLAT


Enviado por Ricardo Noblat - 
12.05.2013
 | 
17h48m
GERAL

A estúpida banalização da maldade, por Gaudêncio Torquato

Qual a relação entre a expansão da criminalidade e a insatisfação social? Tudo a ver, seja na visão da corrente sociológica seja na perspectiva da vertente econômica.
A primeira argumenta que a queda da desigualdade entre classes diminui a insatisfação social, fazendo refluir a violência; a segunda levanta a hipótese de que o ganho com ações ilegais diminui ante o aumento da renda das famílias.
Vejamos, agora, os dados de fundo: entre 2001 e 2011, a renda dos 10% mais ricos cresceu 16,6%; e a renda dos mais pobres aumentou 91,2%. A numerologia positiva abriga, ainda, 19 milhões de empregos com carteira assinada e a badalada estatística de 35 milhões de brasileiros que, nos últimos 10 anos, ascenderam à classe média, hoje somando 52%, ou seja, mais de 100 milhões de pessoas.
Diante da evidência de que o país ganhou um dos maiores (e retumbantes) programas de distribuição de renda da contemporaneidade, restaria fechar o parágrafo com aplausos ao corolário: a violência diminui no país graças ao aumento do Produto Nacional Bruto da Felicidade (PNBF).
Verdade? Não. Trata-se de mais um sofisma.
A comunidade nacional vive um clima de medo e insegurança. Por todos os lados, multiplica-se a marca da violência.
A viseira que embute alta satisfação não consegue esconder a coleção de crimes, cometidos nos últimos tempos, os quais, pela inexcedível violência, puxam o Brasil para os primeiros lugares do ranking mundial da barbaridade.
Basta ilustrar com as estampas de casos que borram o maior cartão postal do Brasil, o Rio de Janeiro: o estupro de uma americana, dentro de uma van, e a agressão contra seu namorado francês; o assalto a três turistas argentinas nos Arcos da Lapa; mais recente, o estupro de uma mulher, dentro de um ônibus, por um jovem de 16 anos, flagrado por uma câmara de vídeo.
Em São Paulo, expandem-se situações de extrema violência, como o que vitimou, há dias, um empresário, que, meses antes, tentara fazer um boletim de ocorrência sobre tentativa de assalto, sendo tratado com descaso pelo delegado.
Em Goiânia, morreu a menina de 11 anos, baleada ao tentar defender o pai durante uma briga numa pizzaria. A série criminosa é tão povoada de absurdos que o país começa a fazer parceria com a Índia, onde, recentemente, uma criança de 5 anos morreu após ser estuprada por dois homens.
O fato é que o roteiro da maldade extremada não combina com o retrato de bem-estar com o qual se procura apresentar o país.


Gaudêncio Torquato, jornalista, professor titular da USP, consultor político e de comunicação. Twitter@gaudtorquato

FONTE-BLOG DO NOBLAT

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