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quinta-feira, 28 de março de 2013

BLOG DE POLITICA-O DIREITO E O AVESSO DA POLITICA

DEM mais distante do PSDB e à espera do palanque de Eduardo

...
Se o PDT flerta com a pré-candidatura de Eduardo Campos ao Planalto mesmo estando com ministério no governo Dilma, o DEM também já não esconde o encanto pelo socialista.
Em muitas conversas de bastidores no final do ano passado, democratas pernambucanos admitiam a possibilidade de reforçar o palanque de Eduardo.
Agora, falam no assunto abertamente. Avaliam que o socialista é uma opção real ao PT, e justificam que a relação do DEM com o PSDB está desgastada.
Nesta quinta, o deputado federal do DEM gaúcho Onyx Lorenzoni afirmou que o partido não tem mais o “alinhamento automático” com o PSDB.
Para quem não se lembra, o vice do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) era o democrata Marco Maciel (PE).
Nas campanhas presidenciais de 2002, 2006 e 2010 o DEM sempre esteve no palanque tucano.
Pois, segundo Lorenzoni, o PSDB tratou muito mal os democratas em 2012. Adiantou ainda que o partido deverá primeiro fechar os palanques estaduais para só depois definir o posicionamento no plano nacional em 2014, o que deve ocorrer depois de outubro.
Ele, como os ex-pefelistas de Pernambuco, também não descarta respaldar o projeto de Eduardo. Mas, isso não quer dizer que não exista simpatia pelo presidenciável Aécio Neves (PSDB).
Em suma, tanto o PDT quanto o DEM começam a jogar para ver quem dá mais. Com tempos preciosos na TV, ambos os partidos “negociarão” os apoios – O PT, aliás, já fez sua ofertar ao destinar a pasta do Trabalho aos pedetistas.
Outro aspecto que se observa nesse momento é que a candidatura de Eduardo atrai gregos, troianos, esquerda e direita (ou algo que o valha).
Ideologia, ideais e história de luta do PSB limitarão as alianças? Provavelmente não. Mas, aguardemos.  (com informações do Poder On Line)

Paulinho da Força quer Eduardo Campos dia 8 em São Paulo

www.pe.gov.br
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Na semana passada, assim que foi reeleito presidente nacional do PDT, o ex-ministro Carlos Lupi afirmou que o partido não garantiria apoio antecipado à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT).
Isso dias depois de ele ter indicado o novo ministro do Trabalho, Manoel Dias (PDT-RS).
Pois o PDT amplia o foco de resistência, o que deixa evidente que nem sempre usar a máquina para distribuir benesses assegura presença no palanque.
Por exemplo, o deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP, conhecido como Paulinho da Força, tem se empenhado em afagar publicamente o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).
Ele esteve no Recife no início do mês (LEIA AQUI) visitando o governador e agora prepara visita do socialista a São Paulo.
Será no dia 8 de abril, durante evento na Força Sindical (central sindical promovida por Paulinho).
“Sempre tive boa relação com ele, com o deputado Márcio França (presidente do PSB de São Paulo) e estamos juntos na questão da medida provisória dos portos. O PSB tem muita relação com o PDT, com Lupi e acho que Eduardo deveria ser candidato. Ele é um bom candidato (à Presidência)”, afirmou o deputado ao blog Poder On Line (iG).
O sindicalista não é o único foco de resistência a Dilma dentro do PDT. Os senadores Pedro Taques (MT) e Cristóvam Buarque (DF) também manifestam vontade de seguir outra direção.

Não há razões para transferir o comando Suape para Brasília

A defesa da autonomia de Suape é objeto de análise de Marisa Gibson na coluna Diario Político desta quinta-feira.
O governo do estado está determinado a garantir que o porto, cuja gestão é referência no setor, permaneça, por uma questão de competência, nas mãos de Pernambuco.
Por isso tanto empenho do governador Eduardo Campos em questionar o que determina a Medida Provisória 595.
O caminho até o desfecho será longo, mas a razão do embate é nobre e deve ser causa mobilizar o estado inteiro. Confira:
O bom combate
O embate que o governador Eduardo Campos (PSB) vem travando com o governo federal para que o estado não perca a autonomia sobre o Porto de Suape, como propõe a MP 595, é uma luta na qual devem se aliar todas as forças do estado.
Se concretizada será uma perda grande para Pernambuco. O governador confia na capacidade do Congresso Nacional para que se chegue a uma solução que garanta a melhoria da competitividade dos portos sem ferir o espírito da Federação.
Suape, construído em quarenta anos, é um símbolo do desenvolvimento do estado e do esforço dos pernambucanos, tendo atingido um grau de eficiência que o coloca hoje como o melhor da esfera pública brasileira.
Não há, portanto, como frisa o governador, razões para que se transfira para Brasília (Antac) a sua administração, embora se concorde com a necessidade de um planejamento centralizado da logística nacional.
É preciso salientar ainda que, sem autonomia sobre Suape, Pernambuco deixará de ter um trunfo que o coloca em condição de superioridade no Nordeste.
Nesse momento em que o debate sucessório vem colocando a presidente Dilma e Eduardo em lados quase opostos, há quem sugira que a perda da autonomia de Suape é uma retaliação do governo federal.
Contudo, sejam quais forem as razões, o governador tem bons argumentos, e fez uma exposição inteligente, contrapondo-se com veemência aos argumentos da ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, durante a audiência pública, na terça-feira, em Brasília, quando se discutiu a questão.
Mas até a votação da MP pelo Congresso, muitos caminhos ainda serão percorridos e essa é uma batalha que deve envolver todos pernambucanos.

Opositômetro conta agora com página no Facebook

Imagem - http://www.facebook.com/opositometrope
Imagem – http://www.facebook.com/opositometrope
O opositômetro está agora na rede. A ferramenta criada pela oposição estadual para cobrar e fiscalizar obras, projetos e ações do governo estadual ganhou página no Facebook (http://www.facebook.com/opositometrope).
A iniciativa partiu do do deputado Betinho Gomes (PSDB) na semana passada. A ideia é jogar luz sobre promessas feitas mas não cumpridas integralmente pelo governo de Eduardo Campos.
Os projetos atrasados ou emperrados já foram motivos de denúncias da oposição, em plenário, ao longo dos últimos meses.
Na lista do que pode figurar no opositômetro estão escolas técnicas iniciadas com mais de um ano de atraso em relação ao calendário anunciado.
Também o Centro Cultural Miguel Arraes, em Jaboatão dos Guararapes, que apesar de inaugurado no ano passado, permanece fechado.
“Queremos ver o cronograma de ação do estado. A partir dessas informações, a bancada montará o seu sistema de monitoramento, que poderá ser via blog ou site”, falou Betinho Gomes em matéria publicada no dia 21 pelo Diario.
De acordo com o texto de apresentação, os deputados acreditam que o trabalho de cobrança qualificará a atuação da oposição.
…Continue lendo…

O pai das obras governamentais é o eleitor-contribuinte. De todas

www.izp.al.gov.br
www.izp.al.gov.br
Comentário da coluna Diario Político desta quarta-feira trata da questão da paternidade de obras públicas.
O tema é recorrente em campanhas e volta à pauta nesse momento em que PT e PSB ensaiam um rompimento a partir de Pernambuco.
A coluna, assinada por Marisa Gibson, a alerta que o verdadeiro pai é o eleitor contribuinte. Confira:
Os verdadeiros pais e mães
Voltando à questão da paternidade de obras e ações públicas que, na quarta-feira, indicou um confronto entre o governo Dilma e a gestão Eduardo, ontem o governador apressou-se em colocar um ponto final na questão.
Prevendo uma evolução perigosa dessa discussão, um assunto recorrente que ganha expressão quando se caminha para uma disputa eleitoral como ocorre com o governador e a presidente,  Eduardo declarou: “não é importante, neste momento, ficar discutindo quem fez o que, até porque os recursos são públicos”.
De fato, o momento é delicado. E  Eduardo agora é vítima daquilo que no passado o beneficiou. Quando ainda era governador, Jarbas Vasconcelos afirmava que os investimentos do governo federal em Pernambuco – com Lula no Palácio do Planalto – eram decorrentes das condições criadas por sua gestão.
Argumento semelhante a que o PSB utiliza agora. Porém, se lá adiante, essa disputa entrar na pauta eleitoral, como se presume, não vale nem à pena recorrer a um teste de paternidade, porque a realidade já diz tudo: o pai real de todas as obras e ações governamentais é o eleitor-contribuinte, que paga impostos e vai às urnas eleger presidente, governadores e prefeitos.
Nenhum governante está fazendo favor ao construir uma barragem, rodovia ou estrada de ferro – é com esse objetivo que a maioria do eleitorado o escolhe. Mas no Brasil do século 21 ainda prevalece essa visão patrimonialista, como se o Tesouro Nacional fosse uma mera conta-corrente do governante do momento. Não é.
De fato, o Brasil só é uma Federação no nome, pois estados e municípios – especialmente os mais pobres – dependem da boa vontade da União. E, dentro das unidades federativas, esse problema também se repete com os governadores aparecendo como benfeitores, acima dos prefeitos, uma cultura que precisa mudar e que só será possível com um novo Pacto Federativo.

Lula admite que pode voltar a disputar a presidência em 2018

Foto: Instituto Lula
Foto: Instituto Lula
Para quem achava que ele tinha planos de voltar a concorrer à Presidência da República em 2014, Lula surpreende mais uma vez.
O líder maior do PT não descarta brigar novamente pelo cargo. Mas só em 2018, depois de um eventual segundo governo de Dilma Rousseff.
A informação está na entrevista que Lula concedeu ao jornal Valor Econômico, publicada na edição desta quarta-feira.
O ex-presidente diz ter receio de falar sobre o tema, mas que só as circunstâncias políticas podem sinalizar seu retorno em eleições.
“Estarei com 72 anos. Está na hora de ficar quieto, contando experiência. Mas meu medo é falar isso e ler na manchete”, disse.
“Não sei das circunstâncias políticas. Vai saber o que vai acontecer nesse país, vai que de repente eles precisam de um velhinho para fazer as coisas. Não é da minha vontade. Acho que já dei minha contribuição. Mas em política a gente não descarta nada ”, completou.
Na entrevista, ele afirmou que Dilma pode sair vencedora já no primeiro turno e que jamais pediria para que Eduardo Campos não se candidatasse.
“Não faz parte da minha índole pedir para as pessoas não se candidatarem porque pediram muito para eu não ser. Se eu não fosse candidato eu não teria ganho”, salientou.
“Precisei perder três eleições para virar presidente. Eu não pedirei para não ser candidato nem para ele nem para ninguém”, arrematou.
Lula também não se furtou a opinar sobre a oposição. Disse achar grave, em tom de ironoa, o fato de os tucanos estarem sem liderança.
“Acho que Serra se desgastou. Poderia não ter sido candidato em 2012. Eu avisei: não seja candidato a prefeito que não vai dar certo. Poderia estar preservado para mais uma”, frisou.
“Mas Serra quer ser candidato a tudo, até síndico do prédio acho que ele está concorrendo agora. E o Aécio não tem a performance que as pessoas esperavam dele”, concluiu.
Mas além de tudo isso, Lula revelou que está com vontade de cair em campo para ajudar a reeleição de Dilma.
“Eu quero palanque”, disse acrescentando que para pedir votos para a presidente virá a Pernambuco e irá a outros estados.
“Vou lá, vou em Garanhuns, vou no Rio, São Paulo, na Paraíba, em Roraima…”
Comentário meu:
No que diz respeito à declaração de Lula de admitir voltar a disputar o Planalto, é bom que se diga que é apenas uma possibilidade.
Como ele mesmo salienta, tudo está na dependência das circunstâncias políticas.
No entanto, Lula não dá ponto sem nó. A fazer tal afirmação, parece provocar Eduardo, cuja movimentação de agora é entendida por muitos como investimento para a sucessão presidencial de 2018.
Ou seja, ciente das dificuldades que terá para viabilizar seu nome em 2014, o socialista estaria apenas preparando o terreno para um voo mais sólido daqui a cinco anos.
Pois o ex-presidente poderia estar avisando a Eduardo que ele está mesmo disposto a entrar no jogo de 2018 terá de enfrentá-lo.
Leia mais sobre o que disse Lula AQUI  e AQUI.

Cada um dos 513 deputados custa R$ 142 mil/mês ao bolso do cidadão

camara.gov.br
camara.gov.br
Enquanto o salário mínimo não chega a R$ 700 e um aluguel de um apartamento quarto e sala não sai por menos de R$ 800, os deputados federais custam ao bolso do cidadão R$ 142 mil mensais. É o que revela o site Congresso em Foco:
Salário de quase R$ 30 mil por mês. Ajuda de custo para mudar para Brasília.
Verba de aproximadamente R$ 30 mil mensais para pagar alimentação, pesquisas, aluguéis, combustível, consultoria.
Até 25 funcionários, um gabinete, apartamento funcional com telefone liberado.
Tudo isso e muito mais são os direitos e benefícios que cada um dos 513 deputados federais no Brasil tem à sua disposição para desempenhar suas atividades.
Entre as atribuiçõe estão apresentar projetos, relatar propostas, votar, aprovar, rejeitar, fiscalizar o governo, apoiar o governo, representar a sociedade, ou a parte dela.
Um deputado e seu gabinete custavam R$ 122 mil por mês até o início de 2011, quando o salário tinha acabado de subir para R$ 26.723,13.
Mas, agora, com medidas tomadas no final da gestão de Marco Maia (PT-RS) e outras em curso na administração de Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), um gabinete deve custar R$ 142 mil por mês.
VEJA AQUI a relação dos benefícios dos parlamentares

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Dilma deu um discurso ao PT-PE. E Humberto já faz bom proveito dele

Foto: Waldemir Barreto/Senado
Foto: Waldemir Barreto/Senado
Enquanto o governador Eduardo Campos não quis polemizar sobre as declarações de Dilma Rousseff em Serra Talhada, aliados seus trataram de rebater com interpretações de toda ordem as mensagens da presidente.
Nesta terça, Eduardo afirmou que o seu compromisso é com o povo, é com um projeto de país.
Acrescentou que compromissos pessoais são típicos de relações pessoais. “Os compromissos políticos são compromissos coletivos, que é da minha tradição política”.
E, por fim salientou: “O que eu tinha pra falar, coloquei lá com toda clareza. Nem eu, nem a presidenta somos dados a dizer coisas pela metade”.
As declarações ocorreram em evento preparativo para a Copa das Confederações, ocorrido nesta terça no Recife,
Pois para o PT a ordem é fazer ecoar as declarações feitas por Dilma no Sertão pernambucano.
Se está despedaçado e vendo Eduardo se movimentar e atacar a presidente, o PT estadual ganhou de Dilma algo precioso: um discurso. Um dirscurso, diga-se de passagem, vigoroso.
No Senado, Humberto Costa já trata de reforçar o que Dilma falou e, principalmente, anunciou para Pernambuco.
Ele acaba de falar na tribuna sobre os novos investimentos do governo federal em PE. Entre as ações, R$ 230 milhões destinados à navegabilidade do rio Capibaribe.
Lembrou também do incentivo do governo federal de R$ 4,5 bilhões de reais para a instalação da Fiat em Pernambuco.
“A população do Nordeste reconhece a política de inversão de prioridades adotada por Lula e reforçada pela presidente Dilma”, disse Humberto.
Em suma, o PT pernambucano se apropria agora das muitas obras que são cartões de visita do governo Eduardo.
Assim como Dilma, não devem negar a importância da parceria com o governo estadual, mas não deixarão de carimbar o selo da gestão do PT nos grandes empreendimentos atraídos para Pernambuco.
Briga de paternidade à vista.
Aliás, Eduardo já fez questão de afirmar que não vai ficar discutindo quem fez e quem não fez.
“Tudo isso é feito com dinheiro do povo, do contribuinte. A sociedade é quem paga tudo isso”, disse.
Até quando o debate do DNA será escanteado é a questão. Poucos são os políticos que não enumeram como suas obras públicas (feitas com dinheiro do povo) quando buscam voto.

Priscila denuncia atraso e mais gastos com a Via Mangue

Foto: Andrea Rego Barros/PCR
Foto: Andrea Rego Barros/PCR
A história se repete. Como tantas outras obras, a Via Mangue está atrasada e muito mais cara do a previsão inicial.
Ruim para a cidade, péssimo para o cidadão que se vê bancando iniciativas que não andam no ritmo que deve ter e consomem recursos que poderiam ser destinados a outras ações capazes de melhorar a vida de quem vive e paga impostos na capital.
A informação parte da vereadora Priscila Krause (DEM). Segundo ela, o acréscimo é de R$ 64 milhões no valor das obras. Os dados foram postados nas redes sociais.
De acordo com documentos solicitados pela vereadora à administração municipal, as obras – antes orçadas em R$ 319,8 milhões – custarão agora R$ 383,45 milhões.
Em registro direcionado ao prefeito Geraldo Júlio (PSB), Priscila também questionou a diminuição do ritmo da execução financeira nesses três primeiros meses da nova gestão.
A média de liberação de recursos por parte da administração atual é três vezes mais lenta que o ritmo adotado pela PCR no ano de 2012.  As informações são da assessoria da vereadora.
A preocupação da parlamentar, que acompanha a execução da intervenção viária desde a sua elaboração, dirige-se ao cumprimento do prazo contratual estabelecido para a entrega da melhoria ao cidadão recifense: setembro de 2013.
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Lula festeja aliança com comunistas, que estão com Eduardo em PE

Foto: Heinrich Aikawa/Instituto Lula
Foto: Heinrich Aikawa/Instituto Lula
No mesmo dia em que Dilma Rousseff e Eduardo Campos enalteceram Lula sob o calor de Serra Talhada, o ex-presidente fazia política em São Paulo.
Foi ao aniversário de 91 anos do PC do B, onde comemorou uma aliança antiga definida por ele como companheirismo.
A atitude, avaliada a partir de Pernambuco, chama atenção porque, ao mesmo tempo em que estão no palanque de reeleição da presidente Dilma, os comunistas são aliados do governador Eduardo Campos, pré-candidato ao Planalto.
Isso significa dizer que vem saia justa por aí. Afinal, como se posicionará o PC do B?
Em Pernambuco, há comunista em secretarias estaduais e na Prefeiutura do Recife. Aliás, o vice-prefeito da capital, Luciano Siqueira, é do PC do B.
O prefeito da vizinha Olinda, Renildo Calheiros, teve o governador Eduardo Campos como principal cabo eleitoral da sua reeleição.
Enquanto isso, se vê que nacionalmente a situação está definida. Ao discursar no aniversário do PC do B, Lula destacou que “não foram poucas as lutas que o partido promoveu ou apoiou” e que elas resultaram em avanços importantes para o país.
Ele salientou ainda a confluência de objetivos entre o ele e o PCdoB: “não temos apenas interesses em comum – temos os mesmos compromissos de vida”.
Com informações do Instituto Lula.
 
FONTE-JOSUE NOGUEIRA 

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